Primeiro núcleo de Inteligência Proprietária
O conhecimento comercial da sua empresa, mapeado e estruturado numa camada que pertence ao negócio.
Gestão Executiva na Era da IA
Vagas limitadas · Primeira turma
ChatGPT, Claude e Gemini são potentes. Seus concorrentes também acessam todos eles. A próxima vantagem competitiva não nascerá de quem assina a melhor plataforma — e sim de quem conseguir colocar dentro dessas ferramentas uma inteligência que ninguém compra pronta: a inteligência da própria empresa.
Em dois dias, você transforma parte do conhecimento comercial do seu negócio no primeiro núcleo de Inteligência Proprietária. E coloca esse núcleo para operar dentro de um SDR de qualificação construído, configurado e testado por você — funcionando em ambiente de teste.
Lote 1 · R$ 497
Imersão desenhada para empresas com operação de vendas ativa: leads entrando, pessoas atendendo, negócios fechando. Se a sua empresa ainda não vende com recorrência, esta imersão não é o próximo passo.
O ponto de partida
Os mesmos modelos. As mesmas funcionalidades. Os mesmos prompts circulando na internet.
Se todos possuem a mesma tecnologia, ela deixou de ser vantagem. Virou infraestrutura.
A diferença está no que a sua empresa sabe e as outras não: como reconhecer uma boa oportunidade, que perguntas precisam ser feitas, como interpretar a resposta, quando acelerar a negociação, como contornar objeções, o que jamais prometer e o momento exato em que a automação precisa dar lugar a uma pessoa.
Esse conhecimento existe. Mas está fragmentado entre fundadores, líderes, vendedores, anotações soltas e decisões que nunca viraram sistema.
Enquanto for assim, sua empresa usa IA, mas não possui inteligência.
Mesma tecnologia para todos. Só uma delas carrega a própria camada de contexto, critérios e regras.
Usar IA não é possuir inteligência
A perda que não aparece no balanço
A perda não é apenas uma cadeira vazia.
Com ele vai embora o critério para separar um cliente ideal de um desqualificado. O jeito exato de rebater a objeção que trava negócios. O que ele aprendeu, em anos, sobre como defender o seu preço.
Sua empresa pagou por essa curva de aprendizado. Mas ela ficou na pessoa, não na organização.
Com a IA acontece o mesmo: um funcionário cria um prompt, outro usa um aplicativo, um terceiro descobre um atalho. Todos ficam mais rápidos, e a empresa não aprende, não retém, não padroniza, não multiplica. A pessoa sai, a capacidade sai junto.
Isso não é transformação digital. É produtividade alugada.
Conhecimento preso à pessoa
Inteligência estruturada na empresa
Nestes dois dias, o movimento é o contrário: tirar o conhecimento comercial da informalidade, moldá-lo em regras de decisão estruturadas e colocá-lo em algo que pertence ao CNPJ, não ao CPF.
A arquitetura
Encare ChatGPT, Claude e Gemini como motores potentes — e cada vez mais iguais para todo mundo. Um motor desconhece como sua empresa vende, quem é seu cliente ideal, que pergunta expõe a intenção real de compra, quais regras são inegociáveis, quais exceções valem, como sua marca deve soar e os limites do que pode ser dito.
É isso que a empresa precisa construir: uma camada própria de conhecimento, contexto, critérios e regras. Uma estrutura capaz de operar os melhores motores sem depender de nenhum deles para manter a própria identidade. Na aiBlue, essa camada tem nome: Inteligência Proprietária.
Os motores são substituíveis. A camada de conhecimento, critérios e regras é o que mantém a identidade e o comportamento da sua operação.
A promessa, sem exagero
Não vamos reformar sua empresa inteira em dois dias. Vamos fazer algo mais pragmático: provar o princípio.
Você constrói o primeiro núcleo da Inteligência Proprietária da sua empresa e coloca esse núcleo dentro de um SDR de qualificação.
O SDR é o primeiro veículo porque é na conversa comercial que a diferença aparece na hora. Ele faz as perguntas certas? Reconhece uma oportunidade real? Responde com base no que é verdade? Respeita os limites? Sabe a hora de chamar uma pessoa?
Ao final da imersão, você não terá assistido a uma demonstração. Terá visto uma parte da inteligência da sua empresa operando fora da cabeça da sua equipe.
Diagnóstico do gargalo comercial, projeto do agente e estruturação da inteligência.
Materialização na plataforma, deploy em ambiente de teste e prova de fogo com outro empresário.
O método
Onde sua operação comercial perde velocidade, consistência e oportunidade entre o primeiro contato e o avanço da negociação.
gargalo priorizadoA função do agente: missão, público, fluxo, critérios de qualificação, decisões e limites.
função definidaContexto do negócio, produtos, cliente ideal, base de conhecimento, objeções mapeadas, regras de decisão, guardrails e critérios de escalonamento.
núcleo estruturadoEssa inteligência ganha corpo operacional dentro da plataforma aiBlue, com deploy em ambiente de teste.
agente no arOutro empresário conversa com o seu agente como um cliente faria. Você observa, ajusta e testa de novo. É o momento em que se descobre se o conhecimento da empresa virou comportamento.
comportamento validadoAntes de existir prompt, existe função.
Programação
O que você leva consigo
O conhecimento comercial da sua empresa, mapeado e estruturado numa camada que pertence ao negócio.
O agente construído, configurado e testado por você durante os dois dias.
Preenchido por você ao longo da imersão, com as decisões que sustentam o agente.
O agente é a evidência palpável. O verdadeiro ativo é a inteligência estruturada por trás dele.
Governança
É a pergunta certa. E é onde muitos projetos de IA quebram nas empresas: dão liberdade criativa demais ao modelo, que conversa solto com o cliente, e depois alguém lida com a promessa que a empresa não pode cumprir. Você não vai construir um chatbot solto — vai construir uma estrutura com três travas.

O entregável imediato
Nada de PDF com apresentação longa nem certificado de participação.
Você sai com o seu caderno preenchido ao longo dos dois dias. Nele estão o mapa do seu gargalo comercial, a missão do agente, as regras de decisão que ele segue, os limites que ele não pode cruzar, os riscos encontrados nos testes e o roadmap até a implantação.
O principal entregável não é um certificado. É a documentação da inteligência que você construiu.
Depois do primeiro caso
Hoje o agente assume a função de um SDR. Depois, a mesma inteligência serve de base para outras áreas. Não é preciso refazer a empresa a cada tecnologia nova.
O resultado interno
Você não volta contando as novidades do evento. Você abre o computador e mostra:
A discussão deixa de ser “qual ferramenta de IA a gente compra?” e passa a ser “qual inteligência a nossa empresa precisa começar a reter?”.

A dinâmica da imersão
Ao comprar o ingresso, você recebe as orientações para abrir sua conta na plataforma aiBlue e fazer um teste inicial de poucos minutos. Quem chega com esse preparo pronto começa a construir logo no início do primeiro dia.
Das 09h às 18h nos dois dias. Check-in às 08h no primeiro dia. Intervalo das 12h30 às 14h. Condução ao vivo, passo a passo, com equipe de apoio circulando pela sala.
Você leva um SDR em ambiente de teste e um roteiro estratégico escrito por você — o caminho do piloto até a operação.
Turma inaugural
Cada participante trabalha na realidade da própria empresa, construindo em tempo real. Você não recebe um robô engessado para colocar a sua marca.
A tecnologia será a mesma para todos. A inteligência construída dentro dela, não.
Os lotes avançam conforme as vagas são ocupadas. A data não muda: 9 e 10 de setembro de 2026.
Perfil de participação
Essa operação é insumo do trabalho. O agente é construído sobre processos que já existem.
Sem fluxo comercial, não há o que estruturar nos dois dias.

O condutor da imersão
Wilson Monteiro é fundador da aiBlue e arquiteto da aiBlue Core, a infraestrutura cognitiva que transforma contexto empresarial em inteligência governada para agentes.
Com aproximadamente 35 anos de atuação em tecnologia e linguagem, é autor de seis livros e trabalha diretamente na criação de arquiteturas, agentes e sistemas de inteligência aplicada para operações empresariais.
Durante toda a imersão, Wilson conduzirá a construção do esboço estratégico ao primeiro agente funcional em ambiente de teste.
Onde acontece


Ingressos
R$497
por participante
R$697
por participante
R$1.970
R$ 394 por participante
Parcelamento conforme condições apresentadas no checkout.
Desenhar e implantar uma arquitetura desse nível como projeto privado, para uma única empresa, é orçado hoje em .
Esta condição inaugural exige participação ativa. Durante os dois dias, seu laptop estará aberto e sua empresa será o material de trabalho. Não é uma imersão para assistir.
Para a turma inaugural, HUB e aiBlue criaram uma condição especial de lançamento, focada em construir os primeiros projetos e casos de aplicação documentados da imersão.
Dúvidas
Não de imediato. A imersão entrega um piloto em ambiente de teste. Para ir à operação real faltam integrações, segurança, canais, governança e preparação da equipe. O evento dá a primeira evidência; transformar isso em infraestrutura da empresa é o passo seguinte.
Porque é onde a diferença aparece mais rápido e onde a maioria das empresas perde dinheiro sem perceber, na qualificação. O método serve para as outras áreas depois.
Poucas estão. Maturidade é resultado, não pré-requisito. Começa-se pelo gargalo que já existe, com o conhecimento que a equipe já tem.
Não. Ferramenta avulsa gera produtividade pessoal e vai embora com a pessoa. A inteligência construída aqui pertence à empresa.
Não. Precisa entender do seu negócio. A parte técnica é conduzida na tela, passo a passo, durante os dois dias.
Provavelmente, se parecer mais um aplicativo na rotina. Por isso o começo é pelo gargalo que incomoda, não por um projeto de inovação.
A imersão tem pontos de retomada. Se travar, você carrega o estado salvo daquela etapa e volta ao ritmo da sala, com apoio da equipe presente.
Sim. O trabalho é feito na sua máquina, sobre a realidade da sua empresa. Sem laptop não é possível acompanhar a construção.
O intervalo é das 12h30 às 14h. O almoço não está incluído no ingresso.
Das 09h às 18h nos dois dias. O check-in do primeiro dia começa às 08h.
No Auditório da HUB, no Campinas Shopping, em Campinas, São Paulo.
Sim. O grupo empresarial contempla cinco participantes da mesma empresa por R$ 1.970, o equivalente a R$ 394 por pessoa.
As condições de cancelamento e transferência seguem os termos apresentados no checkout do Sympla.